segunda-feira, 14 de abril de 2008

Manoel Joaquim

   Manoel Joaquim dos Santos, nascido em Trás-os-Montes, no extremo bem
extremo Leste de Portugal, ganhou seu primeiro lápis de colocar na
orelha, quando tinha 7 anos.

   Aos 15 anos, já no primário, ganhou sua primeira caneta-tinteiro de orelha. Aos 32 anos, descobriu que caneta também servia para escrever.

   Hoje, já informatizado, está com orelha de abano, por causa do peso do mouse...
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

domingo, 13 de abril de 2008


Sacanagem é isso

Criatividade

Vergonha

   O meu time fez feio.
   Que vergonha...
deu no correio braziliense
Lula autorizou montagem de dossiê
Cúpula do Planalto pretendia usar dados sigilosos sobre gastos do governo FHC como arma na guerra fria dos cartões corporativos

De Daniel Pereira e Gustavo Krieger:

A blindagem do governo à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem razões que vão muito além da própria Dilma. A montagem de um dossiê, ou “banco de dados” como prefere o governo, com gastos da Presidência da República na gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso é uma operação maior que a Casa Civil. Foi decidida pela coordenação política do governo, com conhecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dados sobre despesas da gestão FHC foram pensados como a principal munição governista na guerra em torno dos cartões corporativos. Uma espécie de bomba atômica. A idéia nunca foi apresentá-los publicamente, mas usá-los para intimidar a oposição e impedir que PSDB e DEM investigassem as contas do Palácio do Planalto no governo do PT.

O dossiê quebra um pacto fechado pessoalmente entre Lula e Fernando Henrique ainda na transição de 2002. Pelo acordo, a figura dos dois presidentes e suas famílias seriam poupados no jogo de denúncias que acompanha tradicionalmente a disputa política no Brasil. Mas, desde o início, o caso dos cartões irritou pessoalmente Lula.

O presidente sentiu-se invadido com as reportagens que detalharam gastos de seguranças da Presidência, como a compra de equipamentos de ginástica. A gota d’água foi a revelação de que um segurança pessoal de sua filha Lurian Cordeiro gastou quase R$ 55 mil com cartão de crédito corporativo do governo federal. O dinheiro foi usado em lojas de autopeças, materiais de construção, supermercados, livrarias e postos de combustível.

A oposição passou a insinuar que os cartões dos funcionários na verdade bancariam contas pessoais da filha do presidente. “Me parece que o uso do cartão corporativo se transformou numa espécie de mensalinho para alguns privilegiados do governo. Eu já havia dito que o caso da ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) era só a ponta do iceberg”, disse José Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado.

Uma das coisas capazes de tirar Lula do sério é quando a oposição procura arrastar os filhos dele para a briga política. O presidente exigiu que o governo contra-atacasse. A declaração de Agripino foi dada no dia 4 de fevereiro. No dia 8, aconteceu a primeira reunião na Casa Civil sobre o dossiê entre funcionários da Casa Civil. Três dias depois, o assunto foi discutido na coordenação política do governo.

Música celestial

   BB King, Eric Clapton, Buddy Guy, Albert Collins e Jeff Beck.
   Dizer mais o quê?
   Vai lá: http://www.youtube.com/v/HcH-jmmaY7Q&hl=en

Ouvir e relaxar

   Deite no sofá. Ligue o som. Apague as luzes. Feche os olhos. Tome um gole de uma bebida que você mais gosta. Aperte o play.
   Boa viagem.
   Antes, porém, baixe esta maravilha aqui: http://www.mandamais.com.br/download/?codigo=aaka1342008142312

Sombras

   Sombras: coisas simples, que podem dar um toque especial à foto.

Versatilidade

   Saí aqui pelo bairro em busca de uma rack de carneiro, para fazer com alho e eis que me deparo com este anúncio aí.

   Versatilidade ao extremo. O cara deve ser craque. Nem coloca tinta na carne e nem pinta as paredes com molho barbecue.

A dona de casa Yêda Perdigão, 69, e o bancário aposentado Clóvis de Moura Filho, 74, reataram o casamento ao som de De tanto Amor, de Roberto e Erasmo Carlos. Este ano o casal completa 51 anos de união.(Foto: Rodrigo Carvalho/especial para O POVO).

"As últimas palavras desse nosso amor"

Não foi nada fácil. Era 1972 e a dona de casa, Yêda Perdigão, tomou uma decisão: iria se separar do marido. O uso do álcool e o desequilíbrio nas contas haviam desgastado a relação de 14 anos. “Na época, foi um choque. Mas era minha última cartada”, lembra. O bancário Clóvis de Moura Filho teve de ir embora e voltar para a casa da mãe. Arrependido, ele queria reatar. “Mas eu estava firme, mesmo sentindo falta dele”, conta Yeda. Eis que um belo dia, ela foi acordada com uma serenata de amor na janela de casa.

Era Clóvis, acompanhado do cantor Vilamar Damasceno, sucesso do momento na cidade. A trilha sonora? De tanto Amor, de Roberto Carlos, que trazia o recado: “Ah! Eu vim aqui amor só pra me despedir/ E as últimas palavras desse nosso amor, você vai ter que ouvir”. “Aí abri a porta e chorei muito. Ele prometeu que iria mudar e eu dei essa oportunidade. Foi a melhor coisa que eu fiz na vida”. E foi mesmo. Ano passado Yeda, 69, e Clóvis, 74, completaram uma vida inteira juntos. Festejaram as Bodas de Ouro (50 anos), ao som da mesma canção, ao lado dos filhos Clóvis, Emiliana e Sérgio Renato e dos netos Leonardo, 26, Jorge Alberto, 13, e Renan, 11 anos. “Ah, fiquei muito feliz de você me ligar. Tinha muita vontade contar essa história”, confessou Yêda, por telefone, ao final da conversa. Aí está, Dona Yêda. Com muito prazer.


De Tanto Amor


Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Ah ! Eu vim aqui amor
só pra me despedir
E as últimas palavras desse nosso amor, você vai ter que ouvir
Me perdi de tanto amor,
ah, eu enlouqueci
Ninguém podia amar assim
e eu amei
E devo confessar, aí foi
que eu errei
Vou te olhar mais uma vez, na hora de dizer adeus
Vou chorar mais uma vez quando olhar nos olhos seus, nos
olhos seus
A saudade vai chegar e por
favor meu bem
Me deixe pelo menos só
te ver passar
Eu nada vou dizer perdoa
se eu chorar

Leia mais sobre esse assunto

* 11/04/2008 00:26:55 - " A vida inteira pra me arrepender"
* 11/04/2008 00:26:55 - As canções que você fez para mim

dinheiro público
Dossiês necessários
Ministro defende produção de arquivos sobre adversários como arma de defesa do governo nas crises políticas
Gustavo Krieger - Da equipe do Correio

O ministro da Justiça, Tarso Genro, diz que o governo Lula agiu certo ao reunir informações sobre gastos com cartões corporativos da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, essa era uma estratégia política necessária para que o Palácio do Planalto se defendesse das acusações de abuso nos gastos. “Não é só e correto como é necessário”, agir assim, disse o ministro em entrevista ao Correio. Para Tarso, a montagem de dossiês “não é ilegal nem estranha”. O que seria crime, segundo ele, é o uso das informações para acusar Fernando Henrique. E isso, ele jura que o governo não fez.

Tarso comanda a Polícia Federal, encarregada de investigar o vazamento dos dados. Segundo ele, esse é o único foco da apuração. “O tipo penal do inquérito é o vazamento de documentos”. O ministro repetiu que a PF não deve investigar a motivação por trás da organização do “banco de dados”, como o governo prefere se referir ao dossiê. “Na medida em que a Polícia Federal comece a investigar razões políticas, ela estará sendo uma polícia política”, afirmou.

Na entrevista, o ministro não demonstrou a mesma aversão à palavra dossiê que seus colegas de ministério, especialmente Dilma Rousseff, da Casa Civil. “Se a oposição quer chamar assim, é um direito dela”, diz. Para ele, independentemente do nome, não há nada de errado no governo ter se municiado com as informações sobre os gastos de FHC. Seria apenas uma arma de defesa, dentro das regras do jogo político.

A entrevista destoa do tom constrangido com que o governo tem tratado o assunto. Até aqui, a linha oficial tem sido tentar dizer que os dados foram reunidos para atender pedidos do Tribunal de Contas da União ou da CPI. Tarso é o primeiro a assumir que o governo agiu como parte do jogo político com a oposição.

O ministro não avança palpites sobre quem teria retirado as informações dos computadores da Casa Civil e repassado à imprensa. Diz que vai esperar pela conclusão do inquérito da PF. Ao menos por enquanto, não demonstra acreditar que ao final a investigação aponte para alguém do governo. Mas afirma que, se isso acontecer, “essa pessoa será indiciada, seja ela quem for”.

``Fazer relatórios, organizar dossiês de natureza política, coletar dados, fazer anotações para uso do administrador, nada disso é um tipo penal``
``A Casa Civil estava orientada pelo Tribunal de Contas de organizar seus arquivos e seus dados, para dar maior transparência a esses gastos``


Qual o limite da investigação da Polícia Federal?
O limite é a lei. O inquérito policial é instalado para investigar um determinado tipo penal. Esse tipo penal não é arbitrado pelo delegado, nem pelo ministro da Justiça ou agentes que participem da investigação. No caso atual, o tipo penal para o qual foi instaurado o inquérito é vazamento ilegal de documentos. Portanto, um eventual delito cometido por servidor público com a intenção de prejudicar alguém.

Se durante as investigações for identificada a pessoa que vazou e ela contar que recebeu a ordem de alguém do governo para produzir esse dossiê, o que acontecerá com essa informação? Será descartada do inquérito?
Essa informação integra o inquérito e estabelece uma co-responsabilidade. Mas, novamente, uma co-responsabilidade em relação ao tipo penal. O vazamento de documentos. Fazer relatórios, organizar dossiês de natureza política, coletar dados, fazer anotações para uso do administrador, nada disso é um tipo penal. Quando eu digo que a investigação não é sobre o dossiê, estou dizendo que fazer o dossiê não é um ato criminalizável. Seria criminalizável, por exemplo, vazar documentos para alguém fazer um dossiê. Novamente, o crime seria vazar os documentos e não fazer o dossiê.

O senhor tem insistido em que fazer um dossiê não é crime. Mas é correto usar informações que estão dentro do governo e dar a elas uma destinação política?
Não só é correto, como é necessário. É feito por todos os administradores responsáveis. Quando um administrador é atacado a respeito da realização de determinadas despesas e esse administrador quer mostrar que essas despesas que realizou são despesas ordinárias, comuns, feitas por todos os governos e aprovadas pelo Tribunal de Contas (da União), ele tem de fazer anotações para deixar à disposição, por exemplo, de uma CPI, de um inquérito do Ministério Público ou do TCU. Isso não é ilegal nem estranho. O problema é que neste caso da Casa Civil, o que se começou noticiando foi o seguinte: Casa Civil vazou dossiê para prejudicar Fernando Henrique. Aí sim se criminalizou, nesse caso concreto, a palavra dossiê. Repito: dossiê não é um tipo penal.

A idéia de mostrar que outros governos faziam o mesmo tipo de despesa, como o caso dos cartões corporativos, lhe parece correta como estratégia de defesa do político acusado?
Evidente. Se o administrador está fazendo uma análise dos seus gastos e quer mostrar que há um histórico desses gastos, aprovados pelo Tribunal de Contas, isso é uma atitude necessária e séria do administrador. O que não é correto, não é ético, é usar essas informações, seja por parte da oposição seja por parte do governo, para imputar a outrem um delito que ele não cometeu. Isso é ilegal, porque é uma denunciação caluniosa. É antiético e nenhum administrador deve fazê-lo. E se fizer, deve ser punido.

Dentro do seu raciocínio, não seria melhor o governo assumir? Dizer que reuniu os dados porque eles seriam necessários no confronto político?
Eu não compartilho das decisões da Casa Civil a respeito dessa
questão. A Casa Civil estava orientada pelo Tribunal de Contas de organizar seus arquivos e seus dados, para dar maior transparência a esses gastos. A Casa Civil implementou um processo de transparência ao colocar todos os dados que não são reservados na internet, para controle da população. Portanto, as informações que eu disponho a respeito dessa questão são as seguintes: primeiro, a Casa Civil não fez nenhuma anotação à margem de qualquer documento e, segundo, a Casa Civil não estava preparando nenhum dossiê contra o presidente Fernando Henrique. Nesse sentido que foi colocado pela imprensa. Ou seja, fazer denunciação caluniosa com fins de obter vantagem política.

O senhor diz que a Casa Civil não fez “anotações à margem”. Mas selecionar num universo de dados determinados tipos de gastos e fazer cruzamentos que apontam, por exemplo, os gastos com viagens da primeira-dama Ruth Cardoso, não é um direcionamento?
Depende de para que é usada essa anotação. Se ela é usada para um fim ilegal, o que é ilegal é o fim e não o ato de fazer esta anotação. Este ato é um direito que todo administrador tem. No caso da Casa Civil, não tenho nenhuma indicação que ela tenha feito qualquer anotação para usar contra qualquer pessoa. Por isso, não há um tipo penal a ser investigado. O tipo penal, inclusive no dossiê, não é o dossiê propriamente dito e sim o motivo para o qual esse dossiê será utilizado. As pessoas podem fazer um dossiê para se defender. Podem fazer um dossiê na oposição para atacar o governo. Podem roubar informações do governo para fazer um contra-dossiê. O que é ilegal é o roubo da informação. É preciso deixar muito claro, para não transformar um inquisitório policial num inquisitório político. E que também não se derrame sobre a oposição um inquisitório dessa natureza. Na medida em que a Polícia Federal comece a investigar razões políticas, ela estará sendo uma polícia política. É essa a declaração que eu tenho dado desde o começo e que não foi entendida por alguns jornalistas e até mesmo transformada por outros jornalistas em frases que eu não disse.

Na sua opinião, a oposição tenta negar ao governo o direito de entrar no jogo político?
Esse projeto tem nitidamente três fases. Na primeira, se acusa a Casa Civil de vazar um dossiê para prejudicar o presidente Fernando Henrique. Na segunda, se acusa a Casa Civil de fazer o dossiê, criminalizando esse ato, o que é uma desinformação jurídica ou má-fé. A terceira fase é a acusação de que a PF só está investigando o vazamento, que é o único delito apresentado. O que se conclui é que esse processo é um debate político entre governo e oposição. O que não se pode exigir da PF é que se transforme numa polícia de razões políticas.

Se a PF não apontar o autor do dossiê, será acusada de encobrir o governo. Se apontar, segundo o seu raciocínio, vai extrapolar suas funções. Como a PF deve se portar?
A Polícia Federal tem dado demonstrações históricas de autonomia e autoridade. Não há nenhuma possibilidade de que, pressionada pela oposição ou pelo governo, ela vá sair da linha. A PF perderia a credibilidade que ganhou. Nesse caso, da Casa Civil, ela tem de indicar quem vazou os documentos reservados. Ela não investiga a existência ou não de dossiê. Se a oposição quiser chamar esses documentos de dossiê, é um direito que ela tem. Mas quem faz julgamentos políticos é a CPI.

E se a PF descobrir que o vazamento foi feito por alguém do governo?
Essa pessoa será indiciada. Seja ela quem for.
A PF tem dado demonstrações de autonomia. Não há nenhuma possibilidade de que, pressionada pela oposição ou pelo governo, ela vá sair da linha

sábado, 12 de abril de 2008

Da Série Mentiras & Mentiras
deu na folha de s.paulo
Planalto cogita admitir autoria do dossiê contra FHC
De Kennedy Alencar:

O Palácio do Planalto cogita admitir publicamente que fez em fevereiro um dossiê para comparar gastos da família de Fernando Henrique Cardoso com despesas da de Luiz Inácio Lula da Silva. Motivo: preparar-se para uma batalha com a oposição na CPI dos Cartões Corporativos, na iminência de ser criada no Senado.

Ao admitir que "organizar dossiês de natureza política não é crime", o ministro da Justiça, Tarso Genro, colocou na praça uma peça desse roteiro, precavendo-se contra eventuais revelações incômodas caso a Polícia Federal descubra quem vazou dados secretos sobre o governo FHC.

Essa estratégia dá à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, uma saída de emergência. Se o eventual vazador for descoberto pela PF e afirmar que agiu motivado por revelar um suposto desejo do governo petista de atacar FHC, as palavras de Tarso minimizariam a repercussão disso. O governo diria que agiu em auto-defesa.
Deu em O Estado de S. Paulo
As guloseimas secretas do Aerolula
Foram US$ 80 só em chiclete na ida aos EUA

Gastos de US$ 103,50 em barras de chocolate. Outros US$ 410,80 em quatro tipos de canapés frios. Mais US$ 104,28 em sorvetes. Despesas de US$ 80 em chicletes. US$ 17,40 em gelatinas. Esses foram alguns dos gastos com alimentação feitos nos aviões que serviram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a sua comitiva em viagem para Nova York, em setembro do ano passado.

Reveladas pelo deputado Vic Pires Franco (DEM-PA) e apresentadas à CPI dos Cartões, as despesas serão usadas agora pelos partidos de oposição como arma para abrir o sigilo dos gastos feitos pelos cartões de crédito corporativo da Presidência da República.

“Essas despesas com sorvetes e canapés deixam claro que o sigilo da Presidência esconde pagamentos que não deveriam ter nada de secreto”, afirma o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ).

Sonho de consumo dos petistas

quinta-feira, 10 de abril de 2008


Não. Não é isso não.

   Não é nada disso que você está pensando. O Dalai Lama nem conhece a esposa do manda-chuva chinês.
   Ele está apenas protestando contra a violência chinesa.
Caso Isabella
"Meu irmão fez uma besteira"
Blog do Noblat

Foi essa a frase que uma testemunha contou ontem à polícia ter ouvido de Cristiane Nardoni, 20 anos, irmã de Alexandre Nardoni, pai de Isabella, de cinco anos, espancada, esganada e depois jogada de cabeça para baixo da janela do apartamento onde morava no sexto andar do edifício London, zona norte da de São Paulo, no último dia 29.

A testemunha, cujo nome está sendo mantido em sigilo pela polícia, disse que estava com Cristiane em um bar do bairro de Santana quando ela recebeu um telefonema e abandonou nervosa o local. Havia ali uma festa. A polícia está à procura da promotora da festa, que também conversou com Cristiane na ocasião. Como a promotora está fora de São Paulo, só deverá ser ouvida na próxima semana.

Ao jornal Folha de S. Paulo, Cristiane confirmou que de fato recebeu uma ligação quando estava no bar. Que não conseguiu entender direito o que lhe disseram. Mas que soube que algo de grave aconteçara com a sobrinha.

A polícia encontrou manchas de sangue na camiseta usada na noite do crime por Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, 24 anos, madastra de Isabella. A frente da camiseta foi lavada, mas as manchas foram detectadas na parte de detrás dela.

O diretor-presidente da Google no Brasil, Alexandre Hohagen, e o criador da rede social Orkut, o engenheiro turco Orkut Buyukkokten
CPI quebra sigilo de 3.261 álbuns do Orkut
Suspeita é que essas páginas contenham material pornográfico; diretor da Google disse que cumprirá determinação
Fonte: Folha de S. Paulo - 10/04/2008

A CPI da Pedofilia aprovou ontem a quebra do sigilo de 3.261 álbuns privados publicados no site de relacionamentos Orkut, que pertence à Google, com suspeita de conter material pornográfico.

Essas páginas foram denunciadas, de novembro de 2007 até março, à ONG SaferNet Brasil, que monitora e denuncia crimes na internet. Elas são bloqueadas por um sistema de privacidade e só podem ser vistas por pessoas autorizadas pelos seus donos.

Fotos, imagens e recados provenientes dessas páginas serão disponibilizados para investigações, além de todos os dados cadastrais de quem criou a página no site.

O requerimento da quebra de sigilo foi aprovado durante reunião da CPI, da qual participaram o diretor-presidente da Google no Brasil, Alexandre Hohagen, e o procurador da República Sérgio Suiama.

"Vamos aguardar o recebimento da notificação e cumprir a determinação. Ainda estamos avaliando as questões técnicas para disponibilizar as informações", disse Hohagen.

A convocação da Google ocorreu após Suiama e o diretor da SaferNet, Tiago Tavares, apresentarem dados à CPI revelando que o Orkut foi o maior responsável pela difusão de material pedófilo na internet.

Segundo dados da SaferNet, 90% das denúncias feitas à ONG são relacionadas à difusão da pedofilia por meio do site de relacionamentos Orkut.

Hohagen afirmou que o site contém 27 milhões de páginas criadas por brasileiros, das quais cerca de 0,4% apresentam conteúdo pedófilo.

Ele compareceu à CPI acompanhado do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça), que na semana passada passou a defender a Google.

Medidas

Antes de ser questionado pelos senadores e cobrado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal -que reclamam das dificuldades em acessar o conteúdo do Orkut-, Hohagen citou algumas medidas para colaborar no combate à pedofilia.

Entre elas, se comprometeu a ampliar de 30 dias para seis meses o arquivamento do registro dos computadores e dos dados cadastrais de usuários considerados suspeitos; a usar filtros mais modernos que impeçam a postagem de fotos e vídeos que contenham pornografia infantil; e a notificar a difusão de material pedófilo às autoridades, fornecendo as provas existentes para uma eventual investigação.

"Nunca houve má vontade. Fomos progredindo aos poucos e resolvemos adotar no Brasil uma mudança de postura, que não se baseia apenas nos acordos internacionais que regem o assunto", disse Hohagen.

Suiama afirmou que a empresa vinha tendo "postura pouco negociável" até o momento. Segundo ele, a criação da CPI começou a mudar isso.

Antes da participação de Hohagen, o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) ameaçou tirar o Orkut do ar se não houvesse disposição da empresa em colaborar com o fornecimento de informações.

O quadro

   Uma importante galeria de arte abre exposição de um grande pintor.
   Dentre todos os quadros, o que mais chama a atenção dos convidados é uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido próximo à porta, Ele procura ouvir se lá dentro alguém lhe responde.
   Um observador curioso, porém, aponta uma falha no quadro:
   - Está faltando a fechadura nesta porta - diz ele, em voz alta, na frente de todos.
   O artista, com muita tranqüilidade, lhe responde:
   - Não, meu amigo, não está faltando a fechadura. Esta porta é assim mesmo, pois, é a porta do coração humano. Só pode ser aberta pelo lado de dentro.

   Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. (Apocalipse 3:20).

Da série Quá-quá-quá-quá
Brasil responderia 'a bala' uma invasão das Farcs

   Do ministro Nelson Jobim (Defesa), a respeito de uma eventual invasão do território brasileiro pelas Forças Armadas Revolucionárias Colombianas (Farcs):

   - (Seriam recebidos) à bala. Está respondido - disse Jobim, ao ser perguntado sobre como seria a reação do Ministério da Defesa diante de uma eventual invasão das Farc. - Temos batlhões para resguardar a fronteira. A forma de responder (a invasores) é a forma militar.

   A frase foi dita durante discurso para detalhar o Plano de Defesa Nacional.

Do jeito que as nossas Forças Armadas estão sucateadas, até índio faz festa na Amazônia!

Deu em O Estado de S. Paulo e em O Globo
Testemunhas dão detalhes do que ocorreu no dia do crime
De Bruno Tavares, Marcelo Godoy, Laura Diniz, Carina Flosi e Josmar Jozino:

A polícia está perto de esclarecer a morte da menina Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos (foto). Duas testemunhas procuraram o delegado-titular do 8º Distrito Policial (Brás), Roberto Pacheco de Toledo, com importantes revelações sobre o caso. Elas disseram que ouviram de familiares de Alexandre Nardoni detalhes sobre o que ocorreu na noite do crime.

Ex-titular do 9º DP (Carandiru), Toledo conheceu as testemunhas quando trabalhava na delegacia que hoje investiga a morte de Isabella. As testemunhas o procuraram porque confiam no policial e queriam sigilo sobre seus depoimentos. Toledo avisou seus superiores. No fim da tarde de ontem, o atual delegado-titular do 9º DP, Calixto Calil Filho, deslocou-se até o 8º DP para ouvi-las. A polícia espera poder anunciar ainda hoje o avanço sobre a investigação do crime, com os primeiros resultados do exame de DNA nos vestígios de sangue encontrados pelos peritos.

Nesta quarta-feira, foi chamado a depor um pedreiro que trocou a porta do apartamento da família, que foi comprado ainda na planta. O pedreiro, que teve seu nome mantido em sigilo pela polícia, chegou e saiu ao 9º Distrito Policial numa viatura policial, sem falar com a imprensa. O teor do depoimento, que durou três horas, não foi divulgado. O casal se mudou para o edifício London em fevereiro passado.

Em entrevista ao Jornal Nacional, o pai de Alexandre, o advogado Antonio Nardoni, afirmou que na noite do crime, quando chegou ao prédio, encontrou os dois portões de pedestres abertos, assim como o portão da garagem. Segundo ele, qualquer um poderia ter entrado e saído sem ser visto.

Não é o que diz o porteiro Valdomiro da Silva Veloso, que estava de plantão na noite do crime. Segundo ele, da guarita ele tinha visão de todas as entradas do prédio e apenas duas pessoas visitaram os apartamentos entre 18h e 24h.

Também o promotor Francisco Cembranelli havia dito que era impossível alguém, como um assaltante, ter entrado ali. O promotor considera essa versão fantasiosa , mas disse que mesmo assim ela será investigada. Antes, Cembranelli chegou a ironizar, dizendo que só se fosse o homem-aranha.

A delegada assistente do 9º Distrito Policial (Carandiru) Renata Helena Pontes afirmou que 70% do crime que levou à morte a menina Isabella de Oliveira Nardoni, 5 anos, já foi reconstituído pela polícia. Os 30% restantes, segundo ela, não devem revelar nenhuma surpresa. Até agora, os únicos suspeitos do crime são o pai de Isabella, Alexandre Nardoni, 29 anos, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, 24. Os dois tiveram prisão temporária decretada, mas não foram indiciados no inquérito.

- O que posso revelar é que dentro da cena do crime já dá para visualizar 70% do que aconteceu no dia do crime - disse a delegada, se referindo não apenas ao cenário do crime, como também à dinâmica dos fatos, ou seja, a ação do(s) criminoso(s) e da vítima.

Nesta quarta-feira, uma médica que atendeu Isabella prestou depoimento no 9º DP. Ela disse que a criança aparentava ter tido uma parada cardíaca recente.

Rolo compressor

   Alguém aí acredita que alguma CPI dê em alguma coisa no governo Lula?

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Destino

Não importa quem te feriu...
o importante é que você sarou.
Não importa o que te faltou...
ainda há muito para ser conquistado.
Não se espante com as pessoas...
cada uma carrega dentro de si dores marcas que alteram o humor.
Ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz...
ora estamos tristes.
O melhor é acreditar que seu último passo é sempre seu melhor momento.
O mundo está cheio de oportunidades.
As portas se abrem para os que não têm medo de enfrentar a vida.
Para os que caíram, mas se levantam com o brilho da vitória nos olhos.
O teu destino é VENCER.
O teu destino é SER FELIZ.
ACREDITE!!!
Paz e Bem!
Nova palavra

   Uma nova palavra foi acrescentada aos dicionários de português, não chega a ser sinônimo de malufar, é um conceito mais abrangente.

LULAR. [Do analfabeto Lula]: Verbo totalmente irregular de estranha conjugação.
1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo.
2. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar.
3. Fingir, simular inocência angelical.
4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia.
5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa.
6. Tirar o cu da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu).
7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas.
8. Fraudar, iludir
9. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios.
10. Voar com dinheiro alheio.
Mulher mata, corta e frita o marido na Bahia
Redação Terra

   A polícia prendeu neste sábado em Salvador a dona-de-casa Rosanita dos Santos, 47 anos, acusada de matar, esquartejar e fritar o marido, o soldado reformado da Polícia Militar da Bahia, José Raimundo dos Santos, 52 anos.

   Os pedaços do corpo de José Raimundo foram encontrados escondidos em um saco plástico na casa do casal na vila São Cosme, periferia da capital baiana. A polícia acredita que a acusada retalhou o corpo do marido em cem partes para se livrar dele mais facilmente.

   Os pedaços foram fritos em óleo - para evitar o mau cheiro - e colocados no saco. Rosanita negou participação no crime e disse que o marido cometeu suicídio.

Mãe é mãe, sogra é sogra!

   A diferença entre ser sogra do genro e sogra da nora.

   Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. Uma pergunta à outra:
   - Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco?
   - Ah! Querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, lava as louças e ajuda na faxina. Só depois é que sai para trabalhar. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
   - Que bom hein, amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
   - Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, lavar a louça e ainda tem que ajudar na faxina! E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, para sustentar a preguiçosa da minha nora - aquela porca nojenta!

Olha o tempo!

   Aqui: http://www.timeanddate.com/worldclock/results.html?query=Brasilia
Toque música on line

   Atenção cantores, compositores e músicos em geral

   Vai aqui: http://www.bgfl.org/bgfl/custom/resources_ftp/client_ftp/ks2/music/piano/index.htm
Reflexão de um leitor anônimo

    "Já que cada vez mais as mulheres estão indo em busca de seus direitos, bem que, na volta, poderiam trazer uma cerveja..."
    (De um machista que prefere se manter no anonimato.)
Assistindo ao Balé

    O sujeito estava assistindo a um balé com a mulher, quando de repente começa a rir.
    — Por que você está rindo? — pergunta a mulher.
    — Estou imaginando qual seria a reação do público se de repente eu pulasse no palco e violentasse uma das bailarinas.
    A mulher não faz nenhum comentário, mas pouco depois começa a rir.
    — Por que você está rindo? — pergunta o sujeito.
    — Estou imaginando o que você faria se o público pedisse bis!