sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Candidatura platônica

   Enfim, uma candidatura platônica, como os amores não revelados: o presidente Lula disse na Itália que quer uma mulher para sucedê-lo e que seu nome é Dilma, e que ainda não falou com ela sobre o assunto.

   Grande novidade. O único que não sabia disso é o Tarso Genro.
DNA

    A imprensa de Floripa está noticiando que a filha do presidente Lula, a Lurian, foi convidada e aceitou assumir a Secretaria de Ação Social da prefeitura de São José, múnicípio que fica ao lado da Capital catarinense. O prefeito eleito chama-se Djalma Berger (PSB) e atualmente é deputado federal. É irmão de Dário Berger (PMDB), prefeito reeleito de Florianópolis. O anúncio provocou polêmica no PT local, que faz oposição ferrenha tanto a Djalma como a Dário.

   Ela não foi convidada por ser a filha de Lula, mas porque é competentíssima! Que nem o Lulinha das teles, que está faturando horrores com a sua competência.

   Tá rindo de quê?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Justiça Americana decide: esperma é propriedade da mulher!

   'Usar esperma para engravidar sem autorização do homem não caracteriza roubo porque uma vez ejaculado, o esperma se torna propriedade da mulher.

   O entendimento é de uma corte de apelação em Chicago, nos Estados Unidos, que devolveu uma ação por danos morais à primeira instância para análise do mérito.

   Nela, o médico Richard Phillips acusou a colega Sharon Irons de 'traição calculada, pessoal e profunda' ao final do relacionamento que mantiveram durante seis anos.

   Sharon teria guardado o sêmen de Richard depois de fazerem sexo oral e usado o esperma para engravidar.

   Richard Phillips alegou ainda que só descobriu a existência da criança quando Sharon ingressou com ação exigindo pensão alimentícia.

   Depois que testes de DNA confirmaram a paternidade, o médico processou Sharon por danos morais, roubo e fraude.

   Os juízes da corte de apelação descartaram as pretensões quanto à fraude e roubo afirmando que 'a mulher não roubou o esperma'. O colegiado levou em consideração o depoimento da médica. Ela afirmou que quando Richard Phillips ejaculou, ele entregou seu esperma, deu 'de presente'.

   Para o tribunal, 'houve uma transferência absoluta e irrevogável de título de propriedade já que não houve acordo para que o esperma fosse devolvido'.

   Com essa decisão agora é oficial: 'os homens não mandam mais em porra nenhuma!'

quarta-feira, 12 de novembro de 2008


Entenda a crise mundial explicada em CEARÊS

   Para quem não entendeu ou não sabe bem o que é ou o que gerou a tal crise americana, segue um texto explicando a fuleragem para qualquer menino véi do buchão entender.

   É assim: O Jeremias, Beição pros mais chegados, tem um bar lá no conjunto Jereissati I, em Maracanaú, e se toca que o jeito é vender a caninha no fiado porque a mundiça tá sempre lisa e num é todo dia que tem bico pra fazer e levantar um enche-bucho.

   Mas como ele né nem abestado, aumenta uma merreca no preço da dose, já que só vai receber no fim do mês. Esse aumento a negada metida a besta chama de sobrepreço.

   O gerente do banco do Beição, um fela que se acha muita merda, chei de nove hora só porque estudou na Capital do Ceará, diz que as cadernetas das dívidas do Bar do Beição e grana são a mesma coisa. Então ele começa a emprestar grana pro Beição tendo o pindura dos papudos na caderneta véa como garantia.

   Um outro magote de besta, gente graúda do banco, se confia na caderneta do Beição e começa a gastar esse dinheiro por conta, abrindo uma porrada de CDB, CDO, CCD, BMW, UTI, SOS e o carái a quatro que ninguém sabe que diabéisso.

   E esssa ruma de letrinha começa a animar a negada do Mercado de Capitais de uma tal de BM&F (uma coisa de gringo aí, onde o cabra tem que ser peitudo pra colocar dinheiro e, depois de um tempo, ou fica estribado ou se lasca todim).

   Sei que esses bichos gostam da notícia e, mesmo sem saber que tão dependendo da caderneta do Beição, começam a gastar por conta também.

   Como tá todo mundo negociando o dinheiro do Beição como se fosse coisa séria e mais garantida que diarréia depois de sarapatel estragado, o dinheiro dele começa a rodar o mundo todo e tem nego em 73 países mexendo nesse dinheiro.

   Até que alguém descobre que os fuleragens dos clientes do Beição tão tudo lascado e não vão pagar as contas. O Beição se arromba, vê que cagou o pau e tem que fechar o bar. Aí...

   A nêgada que contou com o ovo no boga da galinha .... tá fudida!

Um novo Íbis está chegando

   Definitivamente, o aniversário de 70 anos do Íbis, comemorado neste dia 15 de novembro, é o marco de uma nova era na história do Pássaro Preto. É que a diretoria de um dos clubes mais folclóricos do Brasil (pior time do mundo!) está se mexendo para promover uma grande virada.

   Desde outubro pode-se encontrar em diversos sites e blogs, a informação de que está sendo posto em prática o "Projeto Íbis para o século XXI". Dentre as novidades que já podem ser adiantadas está o site www.ibissportclub.com, planejamento de construir um centro de treinamento no valor de R$ 15 milhões de reais, além da meta de ver o rubro-negro das salinas na série B do Campeonato Brasileiro em 2014.

   Eu, você e todo mundo torce Íbis!

terça-feira, 11 de novembro de 2008


Nós merecemos
A Crise
(Parábola financeira e administrativa)

   QUANDO viajamos por estradas do interior é comum vermos diversas barracas com pessoas vendendo frutas, doces, artesanatos, etc.

   Existia um homem que, igual a tantos outros no lugar, vivia à beira de uma estrada, com a sua barraca, vendendo cachorro-quente. A diferença é que seu cachorro-quente era o melhor. As pessoas que passavam, normalmente paravam e comiam.

   Durante um bom trecho da estrada, nas duas direções, o dono da barraca colocou placas indicativas, procurando, com isso, fazer a divulgação do seu negócio.

   Quando as pessoas paravam, ele oferecia o seu produto em voz alta e atendia de forma excelente cada freguês. As vendas iam aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha, assim como adquiriu o melhor fogão para atender à grande quantidade de pessoas que paravam para comer o seu cachorro-quente.

   A cada dia, seu negócio prosperava, tanto que dele retirava os recursos para custear os estudos de seu único filho numa boa escola da cidade grande. O seu sonho era ver esse filho doutor.

   Algum tempo depois, o filho retorna para visitar os pais e percebe que ele continuava com a mesma vidinha de sempre e, por esse motivo, resolveu ter uma séria conversa com a família, especialmente com o pai.

   - Pai, então você não sabe o que está acontecendo no mundo? Não vê televisão, não lê jornal?! Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim, o Brasil vai quebrar e o senhor continua vendendo esse seu cachorro-quente, alheio a tudo, nessa alegria de quem não sabe o que vai lhe acontecer?

   Depois de ouvir o "discurso" do filho, o pai pensou: "Bem, se meu filho - que estudou tanto - diz que a coisa está ruim, ele só pode ter razão." Com medo da crise e para economizar, começou a procurar pão e salsicha mais baratos e com qualidade duvidosa. Diminuiu a quantidade de placas na estrada e, abatido pela notícia da crise, que seu filho trouxera, já não oferecia seu produto em voz alta. Sua motivação tinha ido embora. Ele "vestiu" a crise.

   Tomadas todas essas "providências", as vendas começaram a cair, até chegar a níveis insuportáveis. Assim, o negócio do cachorro-quente na estrada, que não se intimidava com a concorrência e que, até então, pagou os estudos do filho na cidade, quebrou.

   O pai, triste, falou para o filho:
   - Você estava certo, meu filho. Nós estamos no meio de uma grande crise.

    Assim, orgulhoso, passou a comentar com os amigos:
   - Bendita a hora que fiz meu filho estudar na cidade! Só ele para me avisar da crise.

   (Entenda como quiser. A crise é sua!).
Quer dar boas risadas?

   Vai aqui: http://br.youtube.com/watch?v=GESyYzSooZY

Este é O contador de causos

O pescador mexicano

   Numa aldeia de pescadores da costa do México, um pequeno barco retorna do mar. Um turista americano se aproxima e cumprimenta o pescador mexicano pela qualidade do pescado.
   Curioso, o turista pergunta:
   - Quanto tempo levou para pegar esta quantidade de peixes?.
   - Não muito tempo - responde o mexicano.
   - Bom, então por que você não ficou mais tempo no mar e pegou mais peixes?
   O mexicano explica que aquela quantidade bastava para atender às necessidades de sua família.
   - Mas o que você faz com o resto do seu tempo? - indaga o americano
   - Eu durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, descanso com minha esposa. Eu tenho uma vida boa... À noite eu vou até a vila para ver meus amigos, tomar umas bebidas, tocar violão, cantar umas músicas...
   O americano interrompe:
   - Pois eu posso lhe ajudar a ter uma vida realmente boa. Faça o seguinte: comece a passar mais tempo pescando todos os dias. Aí você pode vender todo o peixe extra que conseguir pescar. Com o dinheiro extra, você compra um barco maior. Com a receita extra que o barco maior vai trazer, você pode comprar um segundo e um terceiro barco, e assim por diante até possuir uma frota de pesqueiros. Ao invés de vender seu peixe para um atravessador, negocie diretamente com as fábricas de beneficiamento ou quem sabe pode até abrir sua própria indústria de beneficiamento. Aí você pode deixar esta vila e ir morar na Cidade do México, Los Angeles ou até mesmo em Nova Iorque!! De lá você toca seu imenso empreendimento!
   - Quanto tempo isso iria levar? - pergunta o mexicano.
   - Uns vinte, quem sabe vinte e cinco anos - responde o americano.
   - E depois? - indaga o mexicano.
   - Aí é que começa a ficar bom - responde o americano, rindo. Quando seu negócio começar a crescer de verdade, você abre o capital e faz milhões!!!
   - Milhões? Sério? E depois disso?
   - Depois disso você se aposenta e vai morar numa vilazinha da costa mexicana, dorme até tarde, pega uns peixinhos, descansa ao lado da esposa, brinca com seus filhos e passa as noites se divertindo com os amigos...

   (A gente já tem a felicidade, mas não sabe. É preciso que akguém de fora venha a lembrar isso pra nós).
Diferenças entre a Ditadura e a Democradura

   Podíamos acelerar nossos carros a 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.

   Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.

   Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente.

   Não usávamos eufemismo hipócritas para fazer referências a raças, credos ou preferências sexuais, e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.

   Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.

   Galanteava a menina do contas a pagar e não sofria processo judicial por assédio, Mas não podia falar mal do presidente.

   Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente! Mais nada...

   Que merda!!!!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

sábado, 8 de novembro de 2008


Minas Gerais
Minha terra querida!

Arte. Muita arte.

   E sacanagem!

Chama-se Jullie

   É de Floripa e canta pra dedéu!

Arte é isso!

   Só uns doidos não vê.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Sai daí...

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Dá-lhe, gordinha!

O que Deus uniu

...o homem não separa!

É hoje!!!!

Fixe bem o olhar
O tempo

é muito lento para os que esperam...
Muito rápido para os que tem medo...
Muito longo para os que lamentam...
Muito curto para os que festejam...
Mas, para os que amam,
...o tempo é eterno.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008


Não deu certo

   Treino da F1 de sábado, saída dos boxes. Fãs do Blog do Vesgo perseguem o Rubão para mostrar seus apelos.

Semana Farroupilha 2008

   A semana é comemorado no Rio Grande do Sul por conta da revolução Farroupilha. A programação semana Farroupilha é de muita festa em Caxias do Sul, Bento Gonçalves e todo o Rio Grande do Sul.
   Veja aí o que me chamou atenção no acampamento.
Mulheres sem sentimentos.

   Duas amigas se reencontram depois de muito tempo.
   - Olá, quanto tempo… Como é que vai?
   - Vou bem. E você?
   - Vou indo. Como vai seu marido?
   - Você não soube? Ele morreu faz dois meses.
   - Ah, eu não sabia! Que horror!
   - É, um horror…
   - Mas o que foi que aconteceu?
   - Foi de repente. Pedi pra ele ir comprar açúcar no supermercado, aí veio um ônibus e passou por cima dele.
   - Mas que coisa triste…
   - Pois é… Mas tudo bem. Tomei o café sem açúcar mesmo.
Você já comeu uma Toyota?

   Pois o cara aí quase consegue...

   Veja aqui.
M E R D A
(Nem o Aurélio definiu tão bem)

A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA.
Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa.

Vejam os exemplos a seguir:

1) Como indicação geográfica 1:
Onde fica essa MERDA?

2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA!

3) Como indicação geográfica 3:
17:00h - vou embora dessa MERDA.

4) Como substantivo qualificativo:
Você é um MERDA!

5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!

6) Como indicador de especialização profissional:
Ele só faz MERDA.

7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.

8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!

9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?

10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!

11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido:
Por que você não vai a MERDA?

12) Como especulação de conhecimento e surpresa:
Que MERDA é essa?

13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo:
Ele está na MERDA...

14) Como indicador de ressentimento natalino:
Não ganhei MERDA nenhuma de presente!

15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!

16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!

17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?

18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.

19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!

20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!

21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.

22) Como indicador de performance esportiva:
O São Paulo não está jogando MERDA nenhuma!!!

23) Como constatação negativa:
Que MERDA!

24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!!!

25) Como qualificação de governo:
O governo Lula só faz MERDA!

26) Como situação de 'orgulho/metidez' :
Ela se acha a tal e não tem 'MERDA NENHUMA!'

27) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!
Sobre a Vírgula (,)

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

domingo, 2 de novembro de 2008

Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo
Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

Meu querido, meu velho, meu amigo: você é insubstituível!